segunda-feira, 16 de maio de 2011

EDITAL

EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTAGIÁRIO

A Agência Jr. de Notícias do Centro de Ensino Unificado de Teresina, AGECOM - CEUT, através de sua Comissão de Seleção e Ingresso, em conformidade com a Instituição CEUT, resolve tornar público o presente Edital, que estabelece as instruções destinadas à seleção de estudantes para atuarem junto à atual gestão.

1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 Poderão participar do processo seletivo somente alunos do curso de Comunicação Social – Jornalismo,do Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT, que estiverem com matrícula e frequência regular na educação superior;
1.2 O Processo Seletivo será executado e acompanhado pela atual gestão da Agência Jr de Notícias – AGECOM.;
1.3 O presente processo seletivo destina-se ao provimento de vagas de Estagiários para atuar naAgência Jr de Notícias – AGECOM, com sede na Av. dos Expedicionários, 790 - B. São João;
1.4 Os candidatos deverão ter disponibilidade para desenvolver as atividades de referentes ao estágio, com carga horária mínima de 10 (dez) horas semanais com horário e dias a combinar.
1.5 O Contrato de estágio é de 06 (seis) meses, podendo ser prorrogado.
2 DAS INSCRIÇÕES
2.1 Deverão ser realizadas no período de 12 a 18 de Maio de 2011, exclusivamente através da Internet, enviando Currículo/Perfil Profissional para o endereço agecom@ceut.com.br
2.2 Eventuais falhas nas informações constantes na inscrição do estudante serão de inteira responsabilidade do candidato e tornarão nula a inscrição.

3 DO PROCESSO DE SELEÇÃO
O processo seletivo consistirá de análise de currículos para seleção prévia, redação de 30 linhas de uma tema da atualidade e entrevista de caráter classificatório para seleção definitiva;
3.1 A convocação para as entrevistas ocorrerá no dia 19 de Maio de 2011 e as entrevistas serão realizadas nos dias 20 e 21 de Maio de 2011, sujeita a alterações nos dias e horários.
4 DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO
A classificação final será divulgada no blog da Agência Jr de Notícias – AGECOM http://www.agecom-ceut.blogspot.com) e também comunicado pelo e-mail do candidato, no dia 22/05/2011.
5 DA CLASSIFICAÇÃO
A Agência Jr de Notícias – AGECOM determina 02 (duas) vagas para estágio, porém a quantidade deverá ser estendida caso haja número maior de candidatos com o perfil desejado.

6 DA CONVOCAÇÃO

6.1 A convocação para o estágio será realizada mediante e-mails encaminhados ao estudante selecionado;
6.2 Serão considerados para convocação os endereços eletrônicos registrados pelo estudante no ato da inscrição;
6.3 O candidato que desistir formalmente do estágio será excluído da lista de classificação.

7 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
7.1 Todas as datas divulgadas neste Edital poderão ser alteradas posteriormente de acordo com as necessidades da Comissão de Seleção e Ingresso Agência Jr de Notícias – AGECOM.

7.2 A inscrição no Programa de Estágios não gera direito à seleção, mas esta, quando se fizer, respeitará os critérios estabelecidos por este Edital.

Neulza Bangoim Veras de Araújo
Professora Orientadora da Agência Jr de Notícias – AGECOM

Read more...

SELEÇÃO

Atenção alunos de Jornalismo do Centro de Ensino Unificado de Teresina – CEUT, a Agência Júnior de Notícias – AGECOM lança oportunidade de estágio de alunos-jornalistas para a atual gestão. Se você quer fazer parte da AGECOM, comece lendo aqui o EDITAL de seleção e envie seu currículo até o 18 de Maio de 2011 para validar sua inscrição e garantir sua vaga no processo de seleção. O seu talento e profissionalismo não podem ficar de fora.

Read more...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Palestra de jornalista da Folha de São Paulo acontece hoje

Por Mara Vanessa - AGECOM

Porta-voz de dúvidas e reclamações do leitor. Essa é uma das facetas do ombudsman, termo de origem sueca , cuja denominação foi abraçada pelo seio jornalístico para designar o representante dos anseios de um público cada vez mais participativo e questionador.

Utilizado na imprensa norte-americana desde a década de 1960, o ombudsman só chegou ao Brasil em 1989, implantando pelo jornal Folha de São Paulo, um dos veículos de comunicação impressa com nome que mais parece sobrenome, tal é a aura de credibilidade e fidelização formada diante do jornal.

Mas qual é a importância desse tipo de profissional na Comunicação? Quais os efeitos da presença do ombudsman dentro da mídia? Ele tem autonomia suficiente para atuar em um meio dominado pela política mercadológica e empresarial?

Para responder estas e outras perguntas, a III Semana de Comunicação do CEUT traz ao Piauí a jornalista Suzana Singer, décima profissional a ocupar o cargo de ombudsman na Folha. A palestra acontece hoje, 09, às 19:30 horas, no Ginásio Alberto Bona Neto, na faculdade CEUT.

Suzana é filha do economista Paul Singer, conhecido por sua militância no movimento trabalhador e sindical ainda na década de 1950. Professor universitário e entusiasta de um modelo econômico igualitário, Paul Singer lançou importantes obras, dentre as quais estão "O Capitalismo - sua evolução, sua lógica e sua dinâmica", "Introdução à Economia Solidária," "Globalização e Desemprego: diagnósticos e alternativas", entre muitos outros.

A ombudsman da Folha, que trabalhou como secretária de redação do jornal, assumiu o cargo em abril deste ano, substituindo Carlos Eduardo Lins da Silva, jornalista e pesquisador, consagrado pela postura de comprometimento e engajamento dentro e fora das redações.

O encontro promete ser um espaço de debate, interdisciplinaridade, reflexão e questionamentos, fazendo jus ao desafio proposto pela III Semana de Comunicação aos alunos, professores e profissionais da área.

Read more...

sábado, 11 de setembro de 2010

Útero Sertanejo

Por: Mara Vanessa - 6º período - Jornalismo
mara.vanessa777@gmail.com - AGECOM (colaboração especial)

Feições marcadas, exaustas, sangradas, humilhadas. O peito magro grita, mas só consegue ecoar para dentro de si próprio, reproduzindo o sentimento de impotência por um mundo que não muda; por esta terra que só chora. Filhos da esperança moribunda, de um Pai que só escuta: “Senhor, escutai a nossa prece”. Dentro dessa romaria inesgotável, existiu uma mulher capaz de sentir epidermicamente até o último dos sussurros do mais famélico embrião sertanejo.

Rachel de Queiroz retratou como ninguém a alma de homens, mulheres e crianças presos na subsistência da seca nordestina e da morte silenciosa que olha de soslaio para corpos inanes. Nascida em 17 de novembro de 1910, a escritora cearense cravou na literatura brasileira uma identidade, uma referência à memória coletiva daqueles cuja relevância foi ignorada pela verve literária que priorizava o luxo dos folhetins burgueses. O romance “O Quinze” protagonizou a Era das narrativas de agudo teor social, desmistificando ideias camufladas de que o Brasil vivia um conto-de-fadas, lotado nas grandes metrópoles pelo desenvolvimento da economia cafeeira, pelo sangue azul dos barões do café e por uma sociedade imersa na própria embriaguez.

Rachel não titubeava: escritora, jornalista, esposa e mãe, ela invadiu o campo sacramentado pela presença masculina sem pedir licença. Corajosa, arre! Mulher de fibra, para quem escrever era um ato praticado involuntariamente – as mãos pareciam projetar o que o coração gritava, e a alma repetia com a mesma exatidão dos repentistas: “Essa é minha missão, meu Padim, Padim Ciço, eis aqui minha devoção.”

Quem, em todo o Brasil, poderia sentir a intensidade das palavras que brotam, assim de repente, de uma sanfona, de uma viola, de pouca instrução e muita vivência? Em 1977, a Academia Brasileira de Letras entendeu que Rachel de Queiroz absorveu, interpretou, deu à luz e amamentou as histórias de um Brasil sufocado, e laureou a escritora com a cadeira número cinco, fundada por Raimundo Correia.

Conquistas que acompanharam toda a trajetória de vida da escritora e que ajudaram a propagar a grandeza de suas ideias, de sua sensibilidade e da capacidade de construir personagens universais, evoluídos, e que fazem despertar no leitor mais distante um sentimento de pertença. Eis o grande diferencial do útero nordestino que gerou romances, literatura infanto-juvenil, teatro, crônica, antologias, livros em parceria e tradução de clássicos da literatura universal.

Não há como limitar a importância de Rachel de Queiroz com palavras grafadas tão apressadamente. Assim como o canto da cotovia, a escritora e jornalista – antes de tudo, jornalista, como costumava dizer – foi embora sem fazer alarde, em quatro de novembro de 2003. Para a literatura, deixou saudade. Para nós, brasileiros e brasileiras que ainda procuram identidade, Rachel deixou um legado. Legado este que reluz como ouro; pulsa e corre em nossas veias.

Read more...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Gatinhas & Gatões

Por: Mara Vanessa - 6 ° período - Jornalismo
mara.vanessa777@gmail.com - AGECOM



Eu não vivi a década de 1980. Nasci 3 anos antes dela fechar as cortinas e levar embora a aura da qual estava imbuída. Mas, como todos sabemos, os fatos (documentados ou não) têm a capacidade de fazer História. E quem faz História "vive" na imortalidade, como é o caso do filme "Gatinhas & Gatões" (Sixteen Candles, 1984).

Para os dias de hoje, o enredo pode ser visto como 'novela de teens', básico, cheio de descobertas sexuais e primeiro amor, tudo muito ingênuo. Começa com Samantha Baker, uma adolescente que acaba de completar 16 anos, e que se vê apaixonada pelo cara mais popular da escola que, para completar, tem muito mais que cinco dólares na carteira (o pai dele tem um Rolls Royce, galera). O garoto namora uma loira linda e desinibida, popular e farrista, cujo lance é viver a deturpação do 'carpe diem' em todas as suas formas (e isso não tem sido privilégio das décadas anteriores).

Às voltas com o casamento da irmã mais velha, Sam Baker (interpretada pela atriz Molly Ringwald) assisti seu aniversário passar em branco, o amor platônico parece cada vez distante e ainda é obrigada a receber assédios de um fedelho CDF pra lá de corajoso (o pirralho tem uma auto-estima genuinamente inabalável, e é a graça do filme). Misture todos estes elementos com uma boa dose de anos 1980 e pronto: a película teen mais sincera dos últimos tempos.

O falecido diretor John Hughes soube administrar personagens caricatos, arquétipos do contexto social experimentado pelos EUA neste período (jovens descolados, ligados em rock n' roll e liberais), assim como todas as mudanças vivenciadas pelos norte-americanos e pelo mundo, de forma geral: as inesquecíveis baladas dos anos 80; a popularização dos PCS, walkmans, videocassetes e da própria idade da informatização.

"Gatinhas & Gatões" traz uma abordagem divertida e faz muito quarentão verter lágrimas de saudade - além de deixar os filhos das gerações mais recentes com uma pontinha de inveja saudável, afinal de contas, será que os ''problemas'' dos nossos adolescentes são tão diferentes dos ''desafios'' anteriores? E ainda mais: os filhos de "Gatinhas & Gatões" estão sabendo educar os irmãos de "Crepúsculo"? Para os pais, eis a dúvida.

Read more...

Agecom

Agência de Comunicação do CEUT

  © Blogger templates The Professional Template by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP